domingo, 18 de novembro de 2012

V CBEE - Pôster - Experiência de Ensino de Língua Portuguesa para Surdos a partir de um estudo biográfico


Experiência de Ensino de Língua Portuguesa para Surdos a partir de um estudo biográfico
Nelma Cristina de Carvalho Francisco
Faculdade Anhanguera, Faculdade Jaguariúna, Prefeitura Municipal de Campinas, ATUALIZE pós graduação (SP).
Cristina Broglia Feitosa de Lacerda
Universidade Federal de São Carlos
Eixo Temático
: Práticas de inclusão escolar
Categoria:
Pôster
Resumo: Este trabalho apresenta uma experiência de ensino de Língua Portuguesa como segunda língua para surdos, realizada na EMEF Julio de Mesquita Filho, da Prefeitura Municipal de Campinas. O trabalho foi realizado com alunos do Ensino Fundamental II, pela professora bilíngue de Língua Portuguesa, e teve como temática a vida do artista plástico Romero Brito. O trabalho teve ainda a participação do Instrutor surdo de Língua de Sinais, profissional este que acompanhou as atividades desde a sua elaboração até sua inalização, sendo elemento essencial na mediação dos processos de significação na Língua de Sinais. O êxito do trabalho realizado pode ser verificado pelo interesse dos alunos nas atividades de pesquisa sobre o autor, na leitura de textos relacionados ao tema e, ainda, no expressivo desempenho na escrita de textos narrativos e informativos. Para a realização deste artigo tomamos como base pesquisadores da área de educação de surdos (LODI e LACERDA, 2009; GÓES, 1996) para fundamentar as reflexões feitas a partir da experiência prática.
Palavras-chave: Ensino de Português para surdos, educação bilíngue e inclusão



 

V CBEE - Pôster - FORMAÇÃO DE INTÉRPRETES EDUCACIONAIS DE LIBRAS


 
FORMAÇÃO DE INTÉRPRETES EDUCACIONAIS DE LIBRAS: ENTRE CONCEPÇÕES E PROPOSTAS DE CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Marcus Vinícius Batista Nascimento
Tiago Codogno Bezerra
Faculdade Singularidades de Educação – São Paulo/SP
 
Neiva de Aquino Albres
Vânia de Aquino Albres Santiago
Universidade Federal de São Carlos - UFSCar
Eixo temático: 20 - Surdez / Deficiência auditiva

Categoria: Pôster

Resumo A Política Nacional de Educação Inclusiva instaurada no Brasil nos últimos anos tem favorecido a criação e formação de novos profissionais que atuem diretamente com pessoas surdas na educação, pessoas com deficiência e pessoas com limitação na comunicação. Aliado a esse novo contexto o Decreto nº 5626/05 estabelece formação para intérpretes de libras em diferentes níveis e por esse motivo percebe-se o aumento na oferta de cursos para formação de intérpretes de língua de sinais. Nesse sentido, este trabalho analisa uma proposta de curso de Extensão para Tradutores Intérpretes de Libras Português: Intérprete Educacional. A partir da abordagem histórico-cultural e da perspectiva dialógica da linguagem observou-se a proposta curricular do curso selecionado e mapeamos as especificidades da atuação desse profissional ligadas à esfera educacional. Conclui-se que a proposta analisada contempla da especificidade linguística e tradutória até as coerções circulantes no contexto escolar.

Palavras-chave: Tradutores/Intérpretes


Trabalho completo no: Anais do V Congresso Brasileiro de Educação Especial (V CBEE) / VII Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial (VII ENPEE). São Carlos: UFSCar, 14 a 17 de novembro de 2012.

V CBEE - Pôster - Oficinas de Português como segunda língua para surdos adultos

 

Oficinas de Português como segunda língua para surdos adultos
Lara Ferreira dos Santos
Glaucia Ferreira Dias dos Santos
Cristina Broglia Feitosa de Lacerda

Eixo temático: surdez/deficiência auditiva

Categoria: pôster


RESUMO
O aprendizado do português escrito por sujeitos surdos é um tema bastante complexo; embora a educação bilíngue seja assegurada por lei (BRASIL, 2005), esta é ainda recente e os surdos jovens e adultos, egressos do sistema de ensino, tiveram acesso restrito às questões de letramento. Assim, o objetivo deste estudo é analisar práticas de ensino e aprendizagem de Português como segunda língua, utilizando a Libras como língua de instrução, para surdos egressos, ou em fase final do ensino médio, que não são proficientes em Português escrito, durante Oficinas de Português. Estas são conduzidas por pesquisadores ouvintes bilíngues, da qual participam seis surdos jovens/adultos. As atividades baseiam-se na apresentação visual (vídeo e imagens) de temas relevantes, e posteriormente realização de leitura e escrita coletivas, referentes ao tema abordado. As análises foram construídas a partir das videogravações realizadas neste espaço, e dos textos produzidos pelos sujeitos; as discussões basearam-se em autores como Vigostki (2008), Bakhtin (2009) e Lodi (2000). Os resultados preliminares indicam que o uso da Libras como língua de instrução nestes espaços é fundamental para a construção de conhecimentos, bem como a escolha de didáticas apropriadas para o público o surdo em questão. A partir destes aspectos podem-se repensar práticas de ensino bilíngue para jovens e adultos surdos.
Palavras-Chave: Libras; língua portuguesa; leitura em segunda língua.


Trabalho completo no: Anais do V Congresso Brasileiro de Educação Especial (V CBEE) / VII Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial (VII ENPEE). São Carlos: UFSCar, 14 a 17 de novembro de 2012.

V CBEE - Pôster - A INCLUSÃO DE TILS NO CONTEXTO DE ENSINO PARA SURDOS




A INCLUSÃO DE TILS NO CONTEXTO DE ENSINO PARA SURDOS

Maurem Alessandra de ABREU1  
Cristina Broglia Feitosa de LACERDA2  
Universidade Federal de São Carlos

Programa de Pós-Graduação em Educação Especial

Bolsista Capes

Surdez/Deficiência auditiva

Pôster

Resumo:
A presença do Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais e Língua Portuguesa (TILS) em sala de aula foi prevista no decreto federal nº 5626, de 2005 (BRASIL, 2005), que trata de considerações sobre a função, formação e atuação deste profissional. Porém é preciso ter cuidado na inclusão deste profissional na educação de surdos, que deve ocorrer a partir das séries finais do ensino fundamental, quando o surdo possa compreender seu papel no contexto de sala de aula. Assim, este estudo teve como propósito discutir aspectos  coincidentes e dissonantes da legislação federal, e municipal, buscando compreender o por que das especificidades relacionadas ao TILS.  Sendo, assim investigar quais são os  pressupostos de formação/capacitação previstos pela legislação Estadual e Municipal no que tange ao perfil para aqueles que pretendem atuar como profissionais para o exercício de TILS nas escolas, seguindo o que está disposto em dispositivos legais e considerando o ensino bilíngue de fato para o aluno surdo. Optou-se, com este estudo, por um referencial metodológico qualitativo, constituído por uma pesquisa bibliográfica de estudos sobre o TILS e da educação bilíngue para surdos, bem como dispositivo federal dando-nos subsídios para compreender os detalhes sobre o modo como Estado e Município estão inserindo o TILS nas escolas e compreendendo sua participação no ensino do aluno surdo.
Palavras-chaveEducação de Surdos, Educação Inclusiva, Intérprete de Libras.  Trabalho completo no: Anais do V Congresso Brasileiro de Educação Especial (V CBEE) / VII Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial (VII ENPEE). São Carlos: UFSCar, 14 a 17 de novembro de 2012.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Livros didáticos para ensino de Libras como Língua materna

Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, mais uma vez, produz um material muito importante para a consolidação da Educação Bilíngue de surdos, o material didático de Libras para os primeiros anos Ensino Fundamental (livro para aluno e livro do professor).

 
 
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Projetos/BibliPed/Anonimo/Publica_EdEsp.aspx?MenuID=183&MenuIDAberto=162

Encontro de Escolas Municipais Bilíngues de Educação Bilíngue para surdos e Escolas polo inclusiva bilíngue de São Paulo

Dia 09 de novembro de 2012 as Escolas Municipais Bilíngue para surdos e Escolas polo inclusivas bilíngues se reuniram para avaliar o trabalho do ano de 2012, construir diretrizes para 2013.
 
Apresentação do percurso dos Grupos de trabalhos - GTs
 
 
Apresentação do documento orientador de atendimento educacional - Por Cristina Lacerda
 
 
Equipe do Projeto Reestruturar - Programa de Inclusão Bilíngue de Surdos da Cidade de São Paulo (EMEBS - Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos e Escolas Polos de Inclusão ilíngue). Nessa foto a equipe da Diretoria de Orientação Técnica em Educação Especial da Secretaria de Educação da Cidade de São Paulo (silvana Drago, Adriana Sapede e Monica Conforto) e a equipe de assessores para a implantação do projeto coordenada pela Profa. Dra. Cristina Lacerda. (com Claudia Regina Vieira, Lilian Nascimento, Vinícius Nascimento e Neiva Aquino Albres).

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ciclo de palestras - Educação Bilíngue


terça-feira, 6 de novembro de 2012

V SEMANA PEDAGÓGICA - Educação Bilíngue, Desafios e Qualificação Profissional

V SEMANA PEDAGÓGICA - Educação Bilíngue, Desafios e Qualificação Profissional

Objetivo GeralDebater os rumos das políticas públicas, pesquisas e práticas docentes em diferentes contextos socioculturais, tendo em vista não só o contexto da educação de surdos, bem como as ações educacionais e pedagógicas de um modo geral.

Público alvo
: alunos/as, professores em geral, alunos e professores do Curso Bilíngue de Pedagogia, professores do CAP - INES e demais interessados em assuntos educacionais.
Período: 26 a 28 de Novembro de 2012
Horário: de 14:00 às 21:00
Local: INES - Instituto Nacional de Educação de Surdos (Auditório do Instituto Nacional de Educação de Surdos e prédio do Departamento de Ensino Superior)


 

 
 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

II ENCONTRO DAS ESCOLAS DE SURDOS DO RS




   
                    REDE DE ESCOLAS DA ULBRA


             Unidade de Ensino Especial Concórdia

                      Comunidade Evangélica Luterana "São Paulo"
 

XII ENCONTRO DAS ESCOLAS DE SURDOS DO RS

 

                               16 e 17 DE Novembro de 2012

 

Local: Auditório Dante Barone – Assembléia Legislativa do RS


Tema: Em Defesa das Escolas para Surdos

 

16 de novembro de 2012 - Sexta-feira

8h – Credenciamento

9h – Solenidade de Abertura

 

10h – CONFERÊNCIA: Em defesa das Escolas para Surdos – movimentos e perspectivas atuais.

LODENIR BECKER KARNOPP

Mestre e Doutora em Linguística e Letras

Professora adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FACED/ UFRGS).  Desenvolve pesquisas no campo dos Estudos Culturais em Educação e em Linguística, com ênfase em Línguas de Sinais e Educação de Surdos. Pós-Doutoramento Gallaudet University, em Washington, DC, Estados Unidos.

 

11h – Escola para Surdos – Currículo Bilíngue

ADRIANA DA SILVA THOMA
Mestre e Doutora em Educação

Profª do Departamento de Estudos Especializados e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação- UFRGS

Coordenadora do Grupo de Pesquisa SINAIS - Sujeitos: inclusão, narrativas, identidades e subjetividades e do Programa Incluir da UFRGS

 

Intervalo para almoço      

                         

13h – Momento Cultural

13h30min – PAINEL: Currículos praticados nas escolas para surdos do RS

  A realidade das práticas pedagógicas.  

Representantes das escolas para surdos do RS.

 

15h30min – Intervalo

 

   16h – PALESTRA: A Formação de Professores na Educação de Surdos

           MADALENA KLEIN                                   

           Mestre e Doutora em Educação.

 Formada em Serviço Social, professora adjunta da Faculdade de Educação/UFPel.

 

   NOITE – Clube dos Surdos

  Apresentação do teatro “Mãos em Cena” da Especial Concórdia – POA.

  Confraternização.        

 

17 de novembro de 2012 – sábado

 

8h30min – A família e a surdez: do diagnóstico à escola

                     Representantes de escolas para surdos do RS.

 

9h45min – intervalo

                                                            

10h – MESA REDONDA: Perspectivas do Movimento Surdo em prol das Escolas para Surdos.

Palestrantes: Lideranças Surdas do Rio Grande do Sul

 

 11h – Debates e Comunicações

          

Sala adjunta: Reunião dos Diretores das Escolas de Surdos do RS.

 

12h – Encerramento

 

APOIO:

  • Assembléia Legislativa
  • Rede de escolas da ULBRA

 


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

13o Fórum em ILCAE: Surdez e Educação Bilíngue

I Seminário Linguagens, Interações e Aprendizagens

Exposição "GEOPOÈTICAS" de Isaac Juliens

Pessoal,
Esta é a oportunidade de conhecer exposição "GEOPOÈTICAS" de Isaac Juliens, o artista conta sua história em enormes telas com vídeos de tema estético e político, os vídeos despertam no visitante diferentes sensações.
Trata-se de uma mostra de arte contemporânea, eu já conheci a exposição e estudei para trabalhar na visita em Libras, e considero a mostra interessante para Surdos e ouvintes que produzem vídeos, que por meio de imagem e do movimento desejam se comunicar e que querem ter novas experiências.
A entrada é gratuita, aproveitem a visita com interpretação para Libras.
Será neste sábado dia 20/10 - das 11h às 12h30.
Vânia Santiago

Revista Eletrônica de Educação – REVEDUC - da UFSCar

A Revista Eletrônica de Educação – REVEDUC - da UFSCar estará
recebendo submissões de artigos que divulguem resultados de pesquisas para
dois números temáticos em 2013, a saber:

Temática 1: "Educação em espaços de restrição e de privação de
liberdade: desvelando caminhos, forjando políticas educativas", número a
ser publicado em maio de 2013.
Prazo para submissão: até 01/12/2012.

Temática 2: "Tecnologia: desafios e possibilidades", número a ser
publicado em agosto de 2013.
Prazo para submissão: até 31/01/2013.

Mais informações estão disponíveis em
http://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc/about/submissions#authorGuidelines

Os Editores: Aline Maria de Medeiros Rodrigues Reali, Anete Abramowicz,
Elenice Maria Cammarosano Onofre, João dos Reis Silva Júnior, João
Virgilio Tagliavini.

Revista Qualis B2
_________________________________________
Revista Eletrônica de Educação
http://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc

Congresso internacional da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN)


http://abralin.org/site/abralin-2013/o-evento/

 VIII CONGRESSO INTERNACIONAL e o XXI INSTITUTO DA Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

HUMOR


1° Simpósio de Aquisição de Língua de Sinais




1° Simpósio de Aquisição de Língua de Sinais (ou Língua Gestual)

Local: Portugal - Universidade Católica Portuguesa (UCP) em Lisboa

22 e 23 de Março de 2013

Video Livros em Língua de Sinais Argentina

HUMOR


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Revista comunicações - UNIMEP


A Revista Comunicações da Unimep fará uma edicação especial sobre Educação/Educação Especial  e está recebendo artgios para essa próxima edição.

Envio até outubro de 2012.

http://www.unimep.br/revcomunica/index.html

Sarita Redondo p/ Maria Inês Bacellar Monteiro
Revista Comunicações
Rod. do Açúcar, km 156
13400-911 - Piracicaba/SP - Brasil
Fone / fax: +55 (19) 3124-1591
REVISTA COMUNICACOES"revcomunicacoes@unimep.br

V Seminário Nacional de Educação Especial


             V Seminário Nacional de Educação Especial

                       05 a 07 de dezembro de 2012

Objetivos Gerais:

Proporcionar um espaço de reflexão sobre a educação inclusiva na atualidade, buscando práticas educativas e pedagógicas que contribuam com o cotidiano dos profissionais de instituições públicas e/ou filantrópicas atuantes na educação, bem como proporcionar aos docentes, técnicos e alunos da UFU um espaço para inserção no debate sobre essa temática.

Programação dia 05/12

Manhã
8h - 9h30min: Credenciamento
09h30min: Abertura
10h30min - 12h: Conferência de Abertura: Políticas Públicas de Educação Especial
Conferencista: Martinha Clarete Dutra – Dpee/MEC
Tarde
14h - 16h: Mesa Redonda: A formação de Professores e a educação Inclusiva/Realidade e desafios da Educação Básica à Educação Superior
Componentes: Carina Elisabeth Maciel de Almeida – UFMS
Mônica Pereira dos Santos - UFRJ
Coordenadora da Mesa: Vilma Aparecida de Souza – FACIP/UFU
16h30 – 18h: Palestra - O processo de escolarização das pessoas com Transtornos Globais do Desenvolvimento e o AEE: Desafios e possibilidades
Componentes: Fabiane Romano de Souza Bridi - UFGRS/UNISC
Coordenadora da Mesa: Viviane Prado Buiatti - FACIP/UFU
Noite
19h: Atividade Cultural e Lançamento de Livros.
Coord. da Atividade: Profa. MS. Marisa Pinheiro Mourão

Programação dia 06/12

Tarde
8h - 10h: Mesa Redonda: A inclusão no Ensino Superior:
conquistas e desafios
Sandra Eli Martins – Unesp
Marian A. L. Dias Ferrari
Marie Claire Sekkel
Coordenadora da Mesa: Dra. Cláudia Dechichi - IPUFU
10:30 – 12:00: Mesa Redonda: A Educação das pessoas com Altas Habilidades/Superdotação no contexto da educação
Profa. Suzana Perez
Profa. Soraya Napoleão Freitas - UFMS
Coordenadora da Atividade: Maria Isabel Araújo - PMU
Tarde
14h – 16h: Mesa Redonda - O processo de escolarização das
pessoas cegas e com baixa visão e o AEE: A realidade e as possibilidades.
Sylvia Nunes - UNIFEI
José Fernando Bitencourt - USP
Coordenadora da Mesa: Dra. Vanessa Therezinha Bueno Campos - FACED/UFU
16h30min – 18h: Mesa Redonda: Tradutor Intérprete de Língua de Sinais no Contexto Educacional: desafios e possibilidades.
Silvana Aguiar dos Santos – UFSC
Carlos Henrique Rodrigues – UFJF
Mediadora: Keli Maria de Souza – Interprete UFU
18h00min - 19h00min: Apresentação de Pôsters
Noite
20h – 23h: Jantar por adesão.

Programação dia 07/12

Manhã

08h00min - 10h00min: Mesa Redonda: O processo de escolarização e o mercado de trabalho das pessoas surdas.
Profa. Dra. Maura Corsini Lopes
Dra. Madalena Klein
Coordenação da Atividade: Flaviane Reis – FACED/UFU
10h30min - 12h00min: Mesa Redonda: O processo de escolarização das pessoas com Deficiência Mental e o AEE: realidade e possibilidades.
Coordenadora da Mesa: Dra. Arlete Aparecida Bertoldo Miranda - FACED/UFU

Tarde

14h00min – 18h00min: Apresentação de trabalhos científicos
Coordenadora da Atividade: Profa Dra. Dra. Arlete Aparecida Bertoldo Miranda - FACED/UFU

Noite

19h30min – 21h00min: Conferencia de Encerramento: As diferenças e a diversidade na educação Inclusiva
Prof. Dr. Veiga Neto
Coordenação da Atividade: Lazara Cristina da Silva – FACED/UFU
21h00min: Encerramento
 


Maiores informações:


 

domingo, 7 de outubro de 2012

Projeto inclui intérprete como beneficiário da Lei de Direito Autoral

 

Gustavo Lima
Rogério Carvalho
Carvalho: o projeto conserta uma injustiça histórica.


A Câmara analisa projeto que inclui os intérpretes, como atores, dubladores, bailarinos e dançarinos do setor audiovisual, entre os beneficiários da Lei de Direito Autoral (LDA- 9.610/98) para que recebam remuneração pelas execuções de obras audiovisuais. Figurantes sem diálogo ou papel determinado não são enquadrados como intérpretes, de acordo com o texto. “A inclusão e o reconhecimento de direitos aos titulares do setor audiovisual trarão benefícios aos intérpretes consertando uma injustiça histórica”, disse o deputado Rogério Carvalho (PT-SE), autor da proposta (PL 4072/12).
O projeto também cria a figura da exibição pública de obras audiovisuais para definir a utilização de obra por qualquer meio de transmissão ou retransmissão de imagens com ou sem som, radiodifusão direta ou indireta, distribuição por cabo, ondas ou outros meios. Atualmente, a lei define a representação e a execução públicas.

O intérprete deverá ser remunerado pelas exibições em rádio, cinema, TV e pela internet de obras de que ele participe. O pagamento poderá ser feito diretamente para o profissional ou por associações. A proposta não inclui exibições gratuitas em cineclubes, para portadores de deficiências visual ou auditiva, e para fins didáticos em estabelecimentos de ensino.
De acordo com o parlamentar, vários países da Europa e da América Latina alteraram a legislação para garantir a remuneração dos intérpretes.

Arrecadação
As associações de intérpretes, segundo o projeto, deverão gerenciar a arrecadação e a distribuição dos valores referentes às exibições das obras audiovisuais. Essa gestão será feita por um escritório de arrecadação independente do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), responsável pela arrecadação dos direitos de músicas para os autores.
Pelo menos 10% da arrecadação deverão ser destinados a atividades assistenciais para intérpretes em dificuldade financeira; promoção e formação de intérpretes; e ações promocionais gerais sobre cultura e audiovisual.

Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Mariana Monteiro

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Corto en lengua de señas




Cortos ganadores del Concurso "Escuela, escritura, cine"


Autores: Yesica Nuñez, Ana Carolina García, Gonzalo Da Costa y Romina Díaz
Escuela Nº 116 Especial, Salto
Directora: Natalia Espasandín
El proyecto está enmarcado en el compromiso con las Metas educativas por parte de los gobiernos iberoamericanos y específicamente en la meta relativa a las competencias básicas en el conocimiento y uso de su lengua materna y en las diferentes formas de comunicación y expresión, sin perjuicio del apoyo y fortalecimiento de aquellas otras lenguas presentes en cada uno de los países. Se realiza con el apoyo de AECID, Fundación SM y Acción Cultural Española.

http://www.youtube.com/watch?v=VkgzO-FyIEo

Palestra com professor Leonardo


APONTAMENTOS A PARTIR DA PALESTRA DO PROFESSOR LEONARDO PELUSO

Quatro tecnologias para se aplicar as línguas:

1 – escrita (permite a permanência, é objetivada – manipulável, permite a interpretação e a metalinguagem);

2 -Tecnologias de registro (audiogravação e videogravação – tem baixo nível de metalinguagem);

3 - Tecnologias de gramaticalização (gramática descritiva e dicionários);

4 - Tecnologias digitais

**Processamos os textos de forma deferente depois que entramos em contato com essas diferentes tecnologias.

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Quando escreve, o falante fica mais reflexivo sobre sua língua, acontecem ações metalinguísticas.

Depois da gramaticalização tem padronização

Toda descrição linguística tem uma posição política – transforma a comunidade

ENDOgramatização

EXOgramatização ( Faz a crítica de que sempre é a língua oral que está descrevendo a língua de sinais)

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Enquanto a escola não se apropriar das tecnologias não faremos educação bilíngue.

O que vemos é que a língua de sinais se torna um artefato didático, tendo como fim dar acesso a conteúdo acadêmico, já que não se usa tecnologias. Transmitir conteúdos não é o único papel da escola.

A escola pode desenvolver, por exemplo:

- Como estão os surdos de outros países;

- Demografia dos surdos;

- História dos surdos;

- Uso de tecnologias para o registro da libras (videogravação);

- Identidade (autoestima).