domingo, 18 de novembro de 2012
V CBEE - Pôster - Experiência de Ensino de Língua Portuguesa para Surdos a partir de um estudo biográfico
V CBEE - Pôster - FORMAÇÃO DE INTÉRPRETES EDUCACIONAIS DE LIBRAS
Marcus Vinícius Batista Nascimento
Tiago Codogno BezerraFaculdade Singularidades de Educação – São Paulo/SP
Neiva de Aquino Albres
Vânia de Aquino Albres SantiagoUniversidade Federal de São Carlos - UFSCar
Eixo temático: 20 - Surdez / Deficiência auditiva
Categoria: Pôster
Resumo A Política Nacional de Educação Inclusiva instaurada no Brasil nos últimos anos tem favorecido a criação e formação de novos profissionais que atuem diretamente com pessoas surdas na educação, pessoas com deficiência e pessoas com limitação na comunicação. Aliado a esse novo contexto o Decreto nº 5626/05 estabelece formação para intérpretes de libras em diferentes níveis e por esse motivo percebe-se o aumento na oferta de cursos para formação de intérpretes de língua de sinais. Nesse sentido, este trabalho analisa uma proposta de curso de Extensão para Tradutores Intérpretes de Libras Português: Intérprete Educacional. A partir da abordagem histórico-cultural e da perspectiva dialógica da linguagem observou-se a proposta curricular do curso selecionado e mapeamos as especificidades da atuação desse profissional ligadas à esfera educacional. Conclui-se que a proposta analisada contempla da especificidade linguística e tradutória até as coerções circulantes no contexto escolar.
Palavras-chave: Tradutores/Intérpretes
Trabalho completo no: Anais do V Congresso Brasileiro de Educação Especial (V CBEE) / VII Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial (VII ENPEE). São Carlos: UFSCar, 14 a 17 de novembro de 2012.
V CBEE - Pôster - Oficinas de Português como segunda língua para surdos adultos
Eixo temático: surdez/deficiência auditiva
Categoria: pôster
O aprendizado do português escrito por sujeitos surdos é um tema bastante complexo; embora a educação bilíngue seja assegurada por lei (BRASIL, 2005), esta é ainda recente e os surdos jovens e adultos, egressos do sistema de ensino, tiveram acesso restrito às questões de letramento. Assim, o objetivo deste estudo é analisar práticas de ensino e aprendizagem de Português como segunda língua, utilizando a Libras como língua de instrução, para surdos egressos, ou em fase final do ensino médio, que não são proficientes em Português escrito, durante Oficinas de Português. Estas são conduzidas por pesquisadores ouvintes bilíngues, da qual participam seis surdos jovens/adultos. As atividades baseiam-se na apresentação visual (vídeo e imagens) de temas relevantes, e posteriormente realização de leitura e escrita coletivas, referentes ao tema abordado. As análises foram construídas a partir das videogravações realizadas neste espaço, e dos textos produzidos pelos sujeitos; as discussões basearam-se em autores como Vigostki (2008), Bakhtin (2009) e Lodi (2000). Os resultados preliminares indicam que o uso da Libras como língua de instrução nestes espaços é fundamental para a construção de conhecimentos, bem como a escolha de didáticas apropriadas para o público o surdo em questão. A partir destes aspectos podem-se repensar práticas de ensino bilíngue para jovens e adultos surdos.
Palavras-Chave: Libras; língua portuguesa; leitura em segunda língua.
Trabalho completo no: Anais do V Congresso Brasileiro de Educação Especial (V CBEE) / VII Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial (VII ENPEE). São Carlos: UFSCar, 14 a 17 de novembro de 2012.
V CBEE - Pôster - A INCLUSÃO DE TILS NO CONTEXTO DE ENSINO PARA SURDOS
A INCLUSÃO DE TILS NO CONTEXTO DE ENSINO PARA SURDOS
Maurem Alessandra de ABREU1
Cristina Broglia Feitosa de LACERDA2
Universidade Federal de São Carlos
Programa de Pós-Graduação em Educação Especial
Bolsista Capes
Surdez/Deficiência auditiva
Pôster
Resumo:
A presença do Tradutor e Intérprete de Língua de Sinais e Língua Portuguesa (TILS) em sala de aula foi prevista no decreto federal nº 5626, de 2005 (BRASIL, 2005), que trata de considerações sobre a função, formação e atuação deste profissional. Porém é preciso ter cuidado na inclusão deste profissional na educação de surdos, que deve ocorrer a partir das séries finais do ensino fundamental, quando o surdo possa compreender seu papel no contexto de sala de aula. Assim, este estudo teve como propósito discutir aspectos coincidentes e dissonantes da legislação federal, e municipal, buscando compreender o por que das especificidades relacionadas ao TILS. Sendo, assim investigar quais são os pressupostos de formação/capacitação previstos pela legislação Estadual e Municipal no que tange ao perfil para aqueles que pretendem atuar como profissionais para o exercício de TILS nas escolas, seguindo o que está disposto em dispositivos legais e considerando o ensino bilíngue de fato para o aluno surdo. Optou-se, com este estudo, por um referencial metodológico qualitativo, constituído por uma pesquisa bibliográfica de estudos sobre o TILS e da educação bilíngue para surdos, bem como dispositivo federal dando-nos subsídios para compreender os detalhes sobre o modo como Estado e Município estão inserindo o TILS nas escolas e compreendendo sua participação no ensino do aluno surdo.
Palavras-chaveEducação de Surdos, Educação Inclusiva, Intérprete de Libras. Trabalho completo no: Anais do V Congresso Brasileiro de Educação Especial (V CBEE) / VII Encontro Nacional dos Pesquisadores da Educação Especial (VII ENPEE). São Carlos: UFSCar, 14 a 17 de novembro de 2012.
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Livros didáticos para ensino de Libras como Língua materna
Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, mais uma vez, produz um material muito importante para a consolidação da Educação Bilíngue de surdos, o material didático de Libras para os primeiros anos Ensino Fundamental (livro para aluno e livro do professor).
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Projetos/BibliPed/Anonimo/Publica_EdEsp.aspx?MenuID=183&MenuIDAberto=162
Encontro de Escolas Municipais Bilíngues de Educação Bilíngue para surdos e Escolas polo inclusiva bilíngue de São Paulo
Dia 09 de novembro de 2012 as Escolas Municipais Bilíngue para surdos e Escolas polo inclusivas bilíngues se reuniram para avaliar o trabalho do ano de 2012, construir diretrizes para 2013.
Apresentação do percurso dos Grupos de trabalhos - GTs
Apresentação do documento orientador de atendimento educacional - Por Cristina Lacerda
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
V SEMANA PEDAGÓGICA - Educação Bilíngue, Desafios e Qualificação Profissional
V SEMANA PEDAGÓGICA - Educação Bilíngue, Desafios e Qualificação Profissional
Objetivo GeralDebater os rumos das políticas públicas, pesquisas e práticas docentes em diferentes contextos socioculturais, tendo em vista não só o contexto da educação de surdos, bem como as ações educacionais e pedagógicas de um modo geral.
Público alvo: alunos/as, professores em geral, alunos e professores do Curso Bilíngue de Pedagogia, professores do CAP - INES e demais interessados em assuntos educacionais.
Período: 26 a 28 de Novembro de 2012
Horário: de 14:00 às 21:00
Local: INES - Instituto Nacional de Educação de Surdos (Auditório do Instituto Nacional de Educação de Surdos e prédio do Departamento de Ensino Superior)
Objetivo GeralDebater os rumos das políticas públicas, pesquisas e práticas docentes em diferentes contextos socioculturais, tendo em vista não só o contexto da educação de surdos, bem como as ações educacionais e pedagógicas de um modo geral.
Público alvo: alunos/as, professores em geral, alunos e professores do Curso Bilíngue de Pedagogia, professores do CAP - INES e demais interessados em assuntos educacionais.
Período: 26 a 28 de Novembro de 2012
Horário: de 14:00 às 21:00
Local: INES - Instituto Nacional de Educação de Surdos (Auditório do Instituto Nacional de Educação de Surdos e prédio do Departamento de Ensino Superior)
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
II ENCONTRO DAS ESCOLAS DE SURDOS DO RS
Unidade de Ensino Especial Concórdia
Comunidade Evangélica Luterana "São Paulo"
XII ENCONTRO DAS ESCOLAS DE
SURDOS DO RS
16 e 17 DE
Novembro de 2012
Local:
Auditório Dante Barone – Assembléia Legislativa do RS
Tema: Em Defesa das Escolas para Surdos
16 de novembro de 2012 - Sexta-feira
8h – Credenciamento
9h – Solenidade
de Abertura
10h – CONFERÊNCIA: Em defesa das Escolas para Surdos – movimentos e perspectivas
atuais.
LODENIR BECKER KARNOPP
Mestre e Doutora em Linguística e
Letras
Professora adjunta da
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FACED/ UFRGS). Desenvolve
pesquisas no campo dos Estudos Culturais em Educação e em Linguística, com
ênfase em Línguas de Sinais e Educação de Surdos. Pós-Doutoramento
Gallaudet University, em Washington, DC, Estados Unidos.
11h – Escola para Surdos – Currículo Bilíngue
ADRIANA DA SILVA THOMA
Mestre e Doutora em Educação
Mestre e Doutora em Educação
Profª do Departamento de Estudos
Especializados e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de
Educação- UFRGS
Coordenadora do Grupo de Pesquisa
SINAIS - Sujeitos: inclusão, narrativas, identidades e subjetividades e do
Programa Incluir da UFRGS
Intervalo para almoço
13h – Momento
Cultural
13h30min
– PAINEL: Currículos praticados nas escolas para surdos do RS
A realidade das práticas pedagógicas.
Representantes
das escolas para surdos do RS.
15h30min –
Intervalo
16h – PALESTRA: A
Formação de Professores na Educação de Surdos
MADALENA KLEIN
Mestre e Doutora
em Educação.
Formada em
Serviço Social, professora adjunta da Faculdade de Educação/UFPel.
NOITE – Clube dos Surdos
Apresentação do teatro “Mãos em Cena” da
Especial Concórdia – POA.
Confraternização.
17 de novembro de 2012 – sábado
8h30min – A família e a surdez: do diagnóstico à
escola
Representantes de escolas
para surdos do RS.
9h45min – intervalo
10h – MESA REDONDA: Perspectivas do Movimento Surdo em
prol das Escolas para Surdos.
Palestrantes: Lideranças Surdas do Rio Grande do Sul
11h – Debates e Comunicações
Sala
adjunta: Reunião dos Diretores das Escolas
de Surdos do RS.
12h –
Encerramento
APOIO:
- Assembléia
Legislativa
- Rede
de escolas da ULBRA
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Exposição "GEOPOÈTICAS" de Isaac Juliens
Pessoal,
Esta é a oportunidade de conhecer exposição "GEOPOÈTICAS" de Isaac Juliens, o artista conta sua história em enormes telas com vídeos de tema estético e político, os vídeos despertam no visitante diferentes sensações.
Trata-se de uma mostra de arte contemporânea, eu já conheci a exposição e estudei para trabalhar na visita em Libras, e considero a mostra interessante para Surdos e ouvintes que produzem vídeos, que por meio de imagem e do movimento desejam se comunicar e que querem ter novas experiências.
A entrada é gratuita, aproveitem a visita com interpretação para Libras.
Será neste sábado dia 20/10 - das 11h às 12h30.
Vânia Santiago
Esta é a oportunidade de conhecer exposição "GEOPOÈTICAS" de Isaac Juliens, o artista conta sua história em enormes telas com vídeos de tema estético e político, os vídeos despertam no visitante diferentes sensações.
Trata-se de uma mostra de arte contemporânea, eu já conheci a exposição e estudei para trabalhar na visita em Libras, e considero a mostra interessante para Surdos e ouvintes que produzem vídeos, que por meio de imagem e do movimento desejam se comunicar e que querem ter novas experiências.
A entrada é gratuita, aproveitem a visita com interpretação para Libras.
Será neste sábado dia 20/10 - das 11h às 12h30.
Vânia Santiago
Revista Eletrônica de Educação – REVEDUC - da UFSCar
A Revista Eletrônica de Educação – REVEDUC - da UFSCar estará
recebendo submissões de artigos que divulguem resultados de pesquisas para
dois números temáticos em 2013, a saber:
Temática 1: "Educação em espaços de restrição e de privação de
liberdade: desvelando caminhos, forjando políticas educativas", número a
ser publicado em maio de 2013.
Prazo para submissão: até 01/12/2012.
Temática 2: "Tecnologia: desafios e possibilidades", número a ser
publicado em agosto de 2013.
Prazo para submissão: até 31/01/2013.
Mais informações estão disponíveis em
http://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc/about/submissions#authorGuidelines
Os Editores: Aline Maria de Medeiros Rodrigues Reali, Anete Abramowicz,
Elenice Maria Cammarosano Onofre, João dos Reis Silva Júnior, João
Virgilio Tagliavini.
Revista Qualis B2
_________________________________________
Revista Eletrônica de Educação
http://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc
recebendo submissões de artigos que divulguem resultados de pesquisas para
dois números temáticos em 2013, a saber:
Temática 1: "Educação em espaços de restrição e de privação de
liberdade: desvelando caminhos, forjando políticas educativas", número a
ser publicado em maio de 2013.
Prazo para submissão: até 01/12/2012.
Temática 2: "Tecnologia: desafios e possibilidades", número a ser
publicado em agosto de 2013.
Prazo para submissão: até 31/01/2013.
Mais informações estão disponíveis em
http://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc/about/submissions#authorGuidelines
Os Editores: Aline Maria de Medeiros Rodrigues Reali, Anete Abramowicz,
Elenice Maria Cammarosano Onofre, João dos Reis Silva Júnior, João
Virgilio Tagliavini.
Revista Qualis B2
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Revista Eletrônica de Educação
http://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc
Congresso internacional da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN)
http://abralin.org/site/abralin-2013/o-evento/
VIII CONGRESSO INTERNACIONAL e o XXI INSTITUTO DA Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN)
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
1° Simpósio de Aquisição de Língua de Sinais
1° Simpósio de Aquisição de Língua de Sinais (ou Língua
Gestual)
Local: Portugal - Universidade Católica Portuguesa (UCP)
em Lisboa
22 e 23 de Março de 2013
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Revista comunicações - UNIMEP
A Revista Comunicações da Unimep fará uma edicação especial sobre Educação/Educação Especial e está recebendo artgios para essa próxima edição.
Envio até outubro de 2012.
http://www.unimep.br/revcomunica/index.html
Sarita Redondo p/ Maria Inês Bacellar Monteiro
Revista Comunicações
Rod. do Açúcar, km 156
13400-911 - Piracicaba/SP - Brasil
Fone / fax: +55 (19) 3124-1591
REVISTA COMUNICACOES"revcomunicacoes@unimep.br
V Seminário Nacional de Educação Especial
V
Seminário Nacional de Educação Especial
05 a
07 de dezembro de 2012
Objetivos Gerais:
Proporcionar um espaço de reflexão sobre a educação
inclusiva na atualidade, buscando práticas educativas e pedagógicas que
contribuam com o cotidiano dos profissionais de instituições públicas e/ou
filantrópicas atuantes na educação, bem como proporcionar aos docentes,
técnicos e alunos da UFU um espaço para inserção no debate sobre essa temática.
Programação dia 05/12
Manhã
|
8h - 9h30min: Credenciamento
09h30min: Abertura
10h30min
- 12h: Conferência de Abertura: Políticas
Públicas de Educação Especial
Conferencista: Martinha Clarete Dutra – Dpee/MEC |
Tarde
|
14h - 16h: Mesa Redonda: A formação de Professores e a
educação Inclusiva/Realidade e desafios da Educação Básica à Educação
Superior
Componentes: Carina Elisabeth Maciel de Almeida – UFMS Mônica Pereira dos Santos - UFRJ Coordenadora da Mesa: Vilma Aparecida de Souza – FACIP/UFU
16h30
– 18h: Palestra - O processo de
escolarização das pessoas com Transtornos Globais do Desenvolvimento e o AEE:
Desafios e possibilidades
Componentes: Fabiane Romano de Souza Bridi - UFGRS/UNISC Coordenadora da Mesa: Viviane Prado Buiatti - FACIP/UFU |
Noite
|
19h:
Atividade Cultural e Lançamento de Livros.
Coord. da Atividade: Profa. MS. Marisa Pinheiro Mourão |
Programação dia 06/12
Tarde
|
8h - 10h: Mesa Redonda: A inclusão no Ensino Superior:
conquistas e desafios Sandra Eli Martins – Unesp Marian A. L. Dias Ferrari Marie Claire Sekkel Coordenadora da Mesa: Dra. Cláudia Dechichi - IPUFU 10:30 – 12:00: Mesa Redonda: A Educação das pessoas com Altas Habilidades/Superdotação no contexto da educação Profa. Suzana Perez Profa. Soraya Napoleão Freitas - UFMS Coordenadora da Atividade: Maria Isabel Araújo - PMU |
Tarde
|
14h – 16h: Mesa Redonda - O processo de escolarização das
pessoas cegas e com baixa visão e o AEE: A realidade e as possibilidades. Sylvia Nunes - UNIFEI José Fernando Bitencourt - USP Coordenadora da Mesa: Dra. Vanessa Therezinha Bueno Campos - FACED/UFU
16h30min
– 18h: Mesa Redonda: Tradutor Intérprete
de Língua de Sinais no Contexto Educacional: desafios e possibilidades.
Silvana Aguiar dos Santos – UFSC Carlos Henrique Rodrigues – UFJF Mediadora: Keli Maria de Souza – Interprete UFU
18h00min
- 19h00min: Apresentação de Pôsters
|
Noite
|
20h – 23h: Jantar por adesão.
|
Programação dia 07/12
Manhã
08h00min - 10h00min: Mesa Redonda: O processo de escolarização e o
mercado de trabalho das pessoas surdas.
Profa. Dra. Maura Corsini Lopes
Dra. Madalena Klein
Coordenação da Atividade: Flaviane Reis
– FACED/UFU
10h30min - 12h00min: Mesa Redonda: O processo de escolarização das
pessoas com Deficiência Mental e o AEE: realidade e possibilidades.
Coordenadora da Mesa: Dra. Arlete
Aparecida Bertoldo Miranda - FACED/UFU
Tarde
14h00min – 18h00min: Apresentação de trabalhos científicos
Coordenadora da Atividade: Profa Dra. Dra. Arlete Aparecida Bertoldo
Miranda - FACED/UFU
Noite
19h30min – 21h00min: Conferencia de Encerramento: As diferenças e a
diversidade na educação Inclusiva
Prof. Dr. Veiga Neto
Coordenação da Atividade: Lazara
Cristina da Silva – FACED/UFU
21h00min: Encerramento
Programação dia 07/12
|
Manhã
|
08h00min - 10h00min: Mesa Redonda: O processo de escolarização e o
mercado de trabalho das pessoas surdas.
Profa. Dra. Maura Corsini Lopes Dra. Madalena Klein Coordenação da Atividade: Flaviane Reis – FACED/UFU 10h30min - 12h00min: Mesa Redonda: O processo de escolarização das pessoas com Deficiência Mental e o AEE: realidade e possibilidades. Coordenadora da Mesa: Dra. Arlete Aparecida Bertoldo Miranda - FACED/UFU |
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Tarde
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14h00min – 18h00min: Apresentação de trabalhos científicos
Coordenadora da Atividade: Profa Dra. Dra. Arlete Aparecida Bertoldo Miranda - FACED/UFU |
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Noite
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19h30min – 21h00min: Conferencia de Encerramento: As diferenças e a
diversidade na educação Inclusiva
Prof. Dr. Veiga Neto Coordenação da Atividade: Lazara Cristina da Silva – FACED/UFU 21h00min: Encerramento |
Maiores informações:
domingo, 7 de outubro de 2012
Projeto inclui intérprete como beneficiário da Lei de Direito Autoral
Gustavo Lima
Carvalho: o projeto conserta uma injustiça histórica.
A Câmara analisa projeto que inclui os intérpretes, como atores, dubladores, bailarinos e dançarinos do setor audiovisual, entre os beneficiários da Lei de Direito Autoral (LDA- 9.610/98) para que recebam remuneração pelas execuções de obras audiovisuais. Figurantes sem diálogo ou papel determinado não são enquadrados como intérpretes, de acordo com o texto. “A inclusão e o reconhecimento de direitos aos titulares do setor audiovisual trarão benefícios aos intérpretes consertando uma injustiça histórica”, disse o deputado Rogério Carvalho (PT-SE), autor da proposta (PL 4072/12).
O projeto também cria a figura da exibição pública de obras audiovisuais para definir a utilização de obra por qualquer meio de transmissão ou retransmissão de imagens com ou sem som, radiodifusão direta ou indireta, distribuição por cabo, ondas ou outros meios. Atualmente, a lei define a representação e a execução públicas.
O intérprete deverá ser remunerado pelas exibições em rádio, cinema, TV e pela internet de obras de que ele participe. O pagamento poderá ser feito diretamente para o profissional ou por associações. A proposta não inclui exibições gratuitas em cineclubes, para portadores de deficiências visual ou auditiva, e para fins didáticos em estabelecimentos de ensino.
De acordo com o parlamentar, vários países da Europa e da América Latina alteraram a legislação para garantir a remuneração dos intérpretes.
Arrecadação
As associações de intérpretes, segundo o projeto, deverão gerenciar a arrecadação e a distribuição dos valores referentes às exibições das obras audiovisuais. Essa gestão será feita por um escritório de arrecadação independente do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), responsável pela arrecadação dos direitos de músicas para os autores.
Pelo menos 10% da arrecadação deverão ser destinados a atividades assistenciais para intérpretes em dificuldade financeira; promoção e formação de intérpretes; e ações promocionais gerais sobre cultura e audiovisual.
Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.
Íntegra da proposta:
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Mariana Monteiro
Edição – Mariana Monteiro
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Corto en lengua de señas
Cortos ganadores del Concurso "Escuela, escritura, cine"
Autores: Yesica Nuñez, Ana Carolina García, Gonzalo Da Costa y Romina Díaz
Escuela Nº 116 Especial, Salto
Directora: Natalia Espasandín
El proyecto está enmarcado en el compromiso con las Metas educativas por parte de los gobiernos iberoamericanos y específicamente en la meta relativa a las competencias básicas en el conocimiento y uso de su lengua materna y en las diferentes formas de comunicación y expresión, sin perjuicio del apoyo y fortalecimiento de aquellas otras lenguas presentes en cada uno de los países. Se realiza con el apoyo de AECID, Fundación SM y Acción Cultural Española.
http://www.youtube.com/watch?v=VkgzO-FyIEo
Palestra com professor Leonardo
APONTAMENTOS A PARTIR DA PALESTRA DO PROFESSOR LEONARDO
PELUSO
Quatro tecnologias para se aplicar as línguas:
1 – escrita (permite a permanência, é objetivada –
manipulável, permite a interpretação e a metalinguagem);
2 -Tecnologias de registro
(audiogravação e videogravação – tem baixo nível de metalinguagem);
3 - Tecnologias de gramaticalização (gramática descritiva e
dicionários);
4 - Tecnologias digitais
**Processamos os textos de forma deferente depois que
entramos em contato com essas diferentes tecnologias.
----------------------------------------------------------
Quando escreve, o falante fica mais reflexivo sobre sua língua,
acontecem ações metalinguísticas.
Depois da gramaticalização tem padronização
Toda descrição linguística tem uma posição política – transforma
a comunidade
ENDOgramatização
EXOgramatização ( Faz a crítica de que sempre é a língua
oral que está descrevendo a língua de sinais)
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Enquanto a escola não se apropriar das tecnologias não
faremos educação bilíngue.
O que vemos é que a língua de sinais se torna um artefato
didático, tendo como fim dar acesso a conteúdo acadêmico, já que não se usa
tecnologias. Transmitir conteúdos não é o único papel da escola.
A escola pode desenvolver, por exemplo:
- Como estão os surdos de
outros países;
- Demografia dos surdos;
- História dos surdos;
- Uso de tecnologias para o registro da libras
(videogravação);
- Identidade (autoestima).



























